quinta-feira, 14 de junho de 2012


Causos do Interior - 1


A primeira coisa que se faz quando há uma mudança de espaço físico geográfico é observar a rotina das pessoas do lugar. Talvez por curiosidade. Talvez por instinto de proteção. Há algumas pessoas que fizeram parte do meu radar ambulante, sendo observados à distância.


O Cara da farmácia

Ele é meio estranho. Sua altura excessiva o faz um pouco descoordenado. Aprendi nas aulas de karatê, que nossa cintura é nosso equilíbrio, e que, quanto mais distante ela se encontra da superfície, mais perdemos nosso censo de coordenação. Mas, talvez, Ele seja assim por dentro também. Descoordenado.
Ele parece meio introspectivo demais, e tem um jeito indefinível de olhar para os outros, para as coisas. Eu acho que ele é farmacêutico. Me admira que com toda aquela aparente dificuldade de comunicação ele tenha terminado uma faculdade. Acho que não há cursos técnicos de farmácia.
Ele tem olhos azuis. Ou talvez sejam verdes. Uma cor que se situa entre ambos. Talvez ele seja evangélico e isso explicaria sua aparente tranquilidade em demasia. Mas claro, ele pode ser um assassino que utiliza os remédios de sua farmácia em suas vítimas. Ele realmente tem uma maneira de olhar, estranha. E quase não se comunica. Bons sinais de ser mau.
Ele é o dono do recinto. Eu deduzo isso porque ele o abre e fecha ao seu bel prazer, sem horários fixos pré-estipulados. Por falar nisso, ele inda não abriu as portas. Cerca de uma hora de atraso, do 'comum' horário diário de abertura do seu negócio. Será que na última noite uma de suas vítimas conseguiu se salvar e detê-lo? Será que uma delas fez a ele o que o próprio fez a tantas? Continuarei observando.

P. S.: Minutos após uma última observação, a partir de uma fração insignificante de segundos, as portas abriram-se. Ou, no caso, foram abertas. Ele continuava lá. Sentado em sua cadeira, vez ou outra lendo um livro. Continuava com seu olhar indefinível. Quem será sua próxima vítima?


Flor de Lótus
18/04/12



A União


Eu sinto sua mão me tocando
E acendendo meu fogo
Com o seu já aceso;

Sua boca está vermelha como nunca
E sua saliva está com gosto do vinho
Que você passou em todo meu corpo;

Seu cabelo está revolto
Pelos meus dedos que o ultrapassam:

As nuvens da chuva veem tudo,
Presenciam todo nosso ritual.

Meu perfume fixa em seu corpo
E minhas unhas arranham suas costas;
Nossos corpos são apenas um:

Estamos completos agora,
Flutuamos no vento que sopra.

Nossa música está sendo entoada
Pelos seres que nos rodeiam:

A garoa nos molha inteiros
E excita mais nossas mentes,
Agora unas.

Árvores balançam e suas folhas são enviadas
Pelos Deuses que nos apreciam:

Pã e Freya

Tomaram conta de nossos corpos
Nos fazendo realizar:

A união.


Flor de Lótus
23/09/03

sexta-feira, 23 de março de 2012

A Estranha

    Era uma madrugada qualquer. Dessas que você não daria nada. Estávamos ambos cansados. Eu sei que ela também estava porque foi a única palavra proferida por seus lábios.
   Eu gostaria de ter o poder observador das mulheres. Certamente eu devo ter deixado de perceber algum detalhe naquela enigmática estranha, que possivelmente me desse pistas de quem ela é, de onde encontrá-la, ou ao menos, onde buscá-la.
    Lembro-me do formato de seu rosto. Do enquandramento do seu maxilar. Do esboço de seus lábios. Do comprimento de seus dedos: ela gesticulava sempre que falava algo: ela falava monossilabicamente. Seria pelo cansaço? Seria pelo importunismo?
    Eu poderia fazer um retrato falado da estranha, e colocaria a seguinte frase no cartaz: ___. Ainda não sei qual seria a frase que poderia expressar minha necessidade. Os porquês. Mas eu poderia pôr: “Procura-se A garota do all star branco, cabelos na altura da orelha, lábios finos e monossilábica”. Talvez alguém se reconhecesse. Talvez algumas se reconhecessem.
    Nunca a vi antes nas redondezas. Talvez eu não tenha rodado o suficiente. Talvez só agora ela dê suas voltas por aqui. Talvez tenha sido o (des) reconhecimento dela que me tenha atraído. Talvez tenha sido apenas sua triste feição. “Cansada” - como disse ela, dando um sorriso amarelo e inconveniente, quando perguntei sorrateira e curiosamente: “Você está bem?”
    Não é como se não houvessem outras pessoas no recinto, mas é como se todas elas estivessem apagadas, em modo off. É como se ao apertar o on, nada que pudessem falar fosse do meu interesse. Assim como em alguns programas de rádio e TV. Ela era O programa, A emissora e O horário.
    Uma noite infernal de inverno. Eu suava por dentro da camisa. Ela, usava um casaco com capuz. Talvez por isso, aliado a minha incapacidade de ser minimalista, pouco tenha sobrado dela. Talvez o meu suor fosse derivado do nervosismo, das incessantes contrações de meu cérebro rastreando como um antivírus todo o meu HD. Precisava ter algo para conversar com ela.
    Depois da última frase que ela disse, que foi também a primeira, não sabia se era apenas uma resposta, ou se era algo mais próximo de uma cortada. Com o intuito de descobrir, tentei travar um diálogo. Neste instante, seu ônibus chegou, ela simplesmente se foi. Mas ainda lembro do assunto que começaria. Preciso encontrá-la para terminá-lo.


Flor de Lótus
22/03/12

sexta-feira, 9 de março de 2012

Quase carta à um quase Amigo*:


Meu velho Amigo,

  É, me parece uma boa forma de começar. Se é que algum início ainda é possível. Se é que o tempo é mesmo medível. Se é que sua demarcação é única e igual para todos.
  Parece que, independente de qual seja essa delimitação, tudo que há para ser lembrado é velho, longínquo e desconexo. Mas, se a definição de velho é algo que não mais serve, digamos que você seja apenas...

Meu distante Amigo,

  Sua presença em dias de inverno, cujas folhas na janela vidrácea de meu quarto, formavam desenhos mentais de sua presença, ainda existe.
  Poderia relatar as mensagens que se apresentam nas situações mais absurdas. As coincidências geográficas que me transmitem a sua matéria próxima, ainda que saiba a tamanha distância a qual ela se encontra. Mas, se a definição de distante é algo que não mais está ao nosso contato, digamos que você seja apenas...

Meu Amigo,

  As lembranças que cercam minha mente, a saudade que preenche meu coração, os sentimentos que moldam minha alma, não permitem que você se faça velho, distante, tampouco apenas amigo. Pois, se a definição de amigo é alguém que não mais desejamos, que não mais esperamos despertar desejo e que não mais sentimos ter a alma dividida, você, claramente, não se encaixa nessa definição.

  ...

  É, me parece que não é uma boa hora para começar. Talvez, porque para mim, ainda não tenha findado. Afinal, o fim é diferente para todos.


* Inspiração a partir da música 'Someone like you' da Adele.


Flor de Lótus
2012

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Os Sentidos


Ele abraçou-me com veemência, necessidade, ardência. Seu rosto, paralelo ao meu, permitia-me aspirar o cheiro de sua camisa lavada, envolvido em seu perfume. Não reconhecia a marca, mas certamente a buscaria em lojas e catálogos. Sentia necessidade de tê-lo após a partida.

Precisava explicitar verbalmente o que se passava em meu corpo, em minha mente. Mas tal qual meus instintos animalescos, assim, e apenas dessa forma, consegui comunicar-me: sussurros, rangidos, respiração ofegante e descompassada. Eram os sons que ecoavam, me entregavam.

Por uma fração de tempo, consegui, após esforço inimaginável, abrir os olhos e comprovar que não se tratava de sonho ou delírio mental, causado pelas substâncias alcoólicas e nicotinas que ingerira toda a tarde. Ele estava em meus braços, ou talvez, eu nos dele. Se é que havia diferença.

O sabor de sua saliva preenchia minha necessidade de líquido, nada mais me era desejado. Os lábios mordidos expunham um aroma característico do vinho que havíamos ingerido, misturado ao sabor do sangue nos cortes abertos pela violência da necessidade. Eu poderia digeri-lo sem ao menos perceber.

E como se o cheiro, os sons, o sabor e a visão me fossem insuficientes, precisava tocá-lo mais fundo, sentir-me parte de sua matéria. No momento em que as roupas eram meras coadjuvantes do ambiente, mesclei-me em seu corpo. Enfim fui completa.


Flor de Lótus
2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Angústia*


Dei, repentinamente, para me introverter com a Angústia. Com a palavra Angústia, com a sensação Angústia. Simplesmente com a Angústia. Dei para necessitar senti-la, para expor outras emoções: dor, medo, sofrimento, inconstância respiratória, lágrimas escondendo-se nos cantos dos olhos. Lembranças. Memória.
O que será que causa a Angústia?

Falar de Angústia, é instantâneo, no mesmo momento deixa de ser apenas palavra, apenas substantivo, apenas representação de sentimento, torna-se o próprio sentimento. Afinal, quem pode afirmar que não sabe como ela seja?
Quem pode afirmar que jamais A sentiu?

Angústia é o sentimento interno revirando os órgãos, necessitando ser externado através de dor. A dor, que a causa, parece ser também, o paliativo. Eis onde reside a Angústia. No odiar o que se precisa. É a confusão, o turbilhão do sentir-se mais que nunca em si, contudo, com a falta, com a perda. Como é possível ser menos você mesmo quando, ironicamente, você está mais si próprio?
Qual será a composição da Angústia?

É bom saber que ela ainda existe. Sim, a Angústia prova a existência humana. Comprova a vida, porque vida e sofrimento. Vida e arrebatamento. Vida e … É disso que é feita a vida: Dela + algo. Sempre. E a Angústia a acompanha: intermitentemente. Clarice Lispector deu para pensar em tartarugas. Eu, dei para pensar em Angústia. Kurt Cobain também gosta e pensa e fala sobre tartarugas. Embora não citem, eu vejo Angústia na fala deles, nos olhos deles.
Que tem a ver tartarugas e Angústia?

Dei assim, não mais que de repente, pra pensar em Angústia. Talvez não tão repentinamente assim. Uns filmes aqui e acolá. Umas histórias aqui e acolá. Uns enredos aqui e acolá. Uma coleção de filmes cuja temática deixa de ser drama, comédia, romance, terror, suspense, dando lugar para a denominação: Angústia.
Como será que a Angústia se desenvolve? Qual será sua cor? Qual será seu cheiro? Qual será seu sabor? Qual será sua tessitura?


“Angústia: s.f. Aflição; ansiedade; agonia.”
(Minidicionário Luft)

“No dia em que 'ocê' foi embora eu fiquei, sentindo saudade do que não foi.”
(Lenine – O último pôr-do-sol)


*Texto escrito após assistir o filme Como Esquecer. Mas, remetendo também a outros que despertaram a mesma sensação: Angústia.


Flor de Lótus
30/11/11
Abstinência de Fantasia


     Uma coisa boa de quando se é adolescente, é ainda poder ser diferente, ser você mesmo, ser da forma que se deseja e, ainda assim, ser aceito; ainda que não seja. Afinal, no final, todos os adolescentes se acham diferentes e não-aceitos. Ao menos os que realmente valem a pena.
     Quando se amadurece há muitas obrigações que, pelo teor da forçosidade, tornam-se necessidades. Torna-se obrigado a votar; obrigado a frequentar o médico regularmente; obrigado a pagar sua própria passagem; obrigado a preocupar-se com suas contas... obrigado a trabalhar, e, devido a isso, muitas vezes abster-se do que te faz feliz, do que te faz ser você mesmo; das suas atividades diárias não-obrigatórias, porém, também necessárias.
     Talvez de todas as obrigatoriedades citadas, a mais prazerosa seja trabalhar, pois tende, ou ao menos pode, unir o útil ao agradável. Mas claro que, nas bandas de cá, poder trabalhar no que se gosta é privilégio de poucos, todavia, isso não é assunto para o momento. Além de poder unir ambas: utilidade e prazer, tende a beneficiar outréns e, através do dinheiro recebido permitir gastar com aquilo que deseja. E com aquilo que necessita; que na maioria das vezes é aquilo que é obrigatório.
     É, realmente eu não consigo viver no mundo da fantasia.


Flor de Lótus
24/11/11

Vômitos Alheios Especiais:

  • Kiko Oliveira
  • O Corvo - Maurício Oliveira
  • Issac Roberto
  • Willy Anderson
  • Diego Herbert
  • Léo Azevedo
  • Anita Talassa - Analice Leandro
  • Diogo Bezerra
  • Pedro Lima

Momento Leitura:

  • Livros e Afins
  • Adolfo Caminha: A Normalista
  • André Vianco: Bento, O Vampiro Rei 1 e 2; Os Sete; Sétimo
  • Anne Rice: A História do Ladrão de Corpos; Violino; A Hora das Bruxas 1, 2 e Lasher - Trilogia
  • Ari Denisson: baroque.doc
  • Arriete Vilela: Fantasia e Avesso; Áridas paixões, ávidos amores
  • Augusto dos Anjos: Eu e Outras Poesias
  • Bram Stocker: Drácula
  • Carlos Nealdo dos Santos: O Pianista do Silencioso
  • Charles Baudelaire: Um Comedor de Ópio; As Flores do Mal
  • Chico Buarque: Budapeste
  • Christopher Paolini: Eragon; Eldest; Brisingr (Trilogia da Herança)
  • Clarice Lispector: A Paixão Segundo G. H.; Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres; Agua Viva; A Hora da Estrela; Um Sopro de Vida; Perto do Coração Selvagem
  • Dan Brown - Código Da Vinci; Fortaleza Digital; Anjos e Domônios
  • Edgar Allan Poe: Histórias Extraordinárias
  • Elizabeth Kostova: O Historiador
  • Elton SDL: Mentalmorfose
  • Florbela Espanca: Sonetos
  • Flávio Moreira da Costa (Org.): As 100 Melhores Histórias Eróticas da Literatura Universal
  • Frank Miller: Sin City - A Cidade do Pecado
  • Gabriel Garcia Márquez: Memória de Minhas Putas Tristes
  • Goethe: Os Sofrimentos do Jovem Werther
  • J. K. Howlling: Harry Potter e A Pedra Filosofal; Harry Potter e A Câmara Secreta; Harry Potter e O Prisioneiro de Azkaban; Harry Potter e O Cálice de Fogo; Harry Potter e O Enigma do Príncipe; Harry Potter e A Ordem da Fênix; Harry Potter e As Relíquias da Morte
  • J. R. R. Tolkien: O Hobbit; O Senhor dos Anéis - A Sociedade do Anel; O Senhor dos Anéis - As Duas Torres; O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei
  • Joao Ubaldo Ribeiro: A Casa dos Budas ditosos
  • Joe Dunthorne: Submarino
  • Jostein Gaarder: Vita brevis; O dia do Curinga; Ei! Tem Alguém Aí?; Através do Espelho; O Mundo de Sofia
  • José Saramago: O Evangelho Segundo Jesus Cristo
  • Jô Soares: O Xangô de Baker Street; O Homem que Matou Getúlio Vargas; Assassinato na Academia Brasileira de Letras
  • Júlia Maya: O Despertar da Bruxa
  • Kai Hermann e Horst Rieck (recolheram depoimentos): Eu Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída
  • Luís Fernando Veríssimo: As Mentiras que os Homens Contam
  • Lya Luft: O Quarto Fechado; A Asa Esquerda do Anjo; Reunião de Família
  • Lêdo Ivo: Ninho de cobras
  • Machado de Assis: Memórias Póstumas de Brás Cubas; Quincas Borba
  • Marcelo Rubens Paiva: Feliz Ano Velho
  • Maria Mariana: Confissões de adolescente
  • Marion Zimmer Bradley: As Brumas de Avalon - 4 volumes; A Casa da Floresta
  • Marquês de Sade: A Filosofia na Alcova; Contos Proibidos; Justine
  • Milton Rosendo: Os Moinhos
  • Neil Gaiman: Stardust
  • Nilton Rezende: O Orvalho e os Dias
  • Oscar Wilde: O Retrato de Dorian Gray
  • Ovídio: A Arte de Amar; Remédios para o Amor
  • Pauline Réage: A história de O
  • Paulo Coelho: Brida; O Diário de um Mago; As Valquírias; Na Margem do Rio Piedra eu Sentei e Chorei; O Demônio e a Srta. Pryn; O Alquimista; Onze Minutos; A Bruxa de Portobello
  • Platão: O banquete
  • Raven Grimassi: Bruxaria
  • Roger Shattuck: O Conhecimento Proibido
  • Sade: Filosofia na Alcova; Contos Libertinos
  • Sidney Sheldon: O Reverso da Medalha; A Herdeira; Juízo Final; Nada Dura para Sempre; A Outra Face
  • Stephen Chbosky: As vantagens de ser invisível
  • Stephen King: Carrie - A Estranha; A Torre Negra Vol. I - O Pistoleiro; A Torre Negra Vol. II - A Escolha dos Três; A Torre Negra Vol. III - As Terras Devastadas; A Torre Negra Vol. IV - Mago e Vidro; A Torre Negra Vol. V - Lobos de Calla; A Torre Negra Vol. VI - Canção de Susannah; A Torre Negra Vol. VII - A Torre Negra
  • Stephenie Meyer: Crepúsculo; Lua Nova; Eclipse; Amanhecer
  • Ágatha Christie: O Assassinato de Roger Ackroyd;Assassinato no Expresso do Oriente; Morte no Nilo; Morte na Praia;Um Brinde de Cianureto; Um Corpo na Biblioteca; Cai o Pano

Indicações Musicais:

  • A Mente
  • A-Ha
  • Adriana Calcanhoto
  • Agridoce
  • Alanis Morissette
  • Amy Whinehouse
  • Audioslave
  • Cachorro Grande
  • Carla Bruni
  • Cazuza
  • Celtic Woman
  • Cerva Grátis
  • Chico Buarque
  • Cindy Lauper
  • Coeur de Pirate
  • Coldplay
  • Cris Braun
  • David Bowie
  • Emilie Simon
  • Engenheiros do Hawaii
  • Enya
  • Epica
  • Foo Fighters
  • Gato Zarolho
  • Gothic Night
  • Joni Mitchell
  • Jorge Vercilo
  • Korn
  • Lacuna Coil
  • Lana Del Rey
  • Legião Urbana
  • Lenine
  • Lisa Thiel
  • Loreena Mckennitt
  • Los Hermanos
  • Madredeus
  • Mallu Magalhães
  • Matanza
  • Mr. Freeze
  • Nando Reis
  • Nirvana
  • O Teatro Mágico
  • Oasis
  • Os Tribalistas
  • Oswaldo Montenegro
  • Pixies
  • Rita Lee
  • Roxette
  • Secos e Molhados
  • Shakira
  • Shaman
  • Tenacious D
  • The Cramberries
  • The Doors
  • The Killers
  • The Runaways
  • The Smiths
  • Tiê
  • Tuatha de Danann
  • Tulipa Ruiz
  • Wander Wildner
  • Within Temptation
  • Zeca Baleiro

Filmes Recomendados:

  • A casa do lago
  • A dama na água
  • A história de O.
  • A invocação do mal
  • A papisa Joana
  • A rainha dos condenados
  • Adaptação
  • Advogado do diabo
  • As brumas de Avalon
  • As vantagens de ser invisível
  • Azul é a cor mais quente
  • Bernie
  • Branca de neve e o caçador
  • Christiane F.: 13 anos, drogada e prostituída
  • Como esquecer
  • Constantine
  • Da magia a sedução
  • Delta de vênus
  • Detroit rock city
  • Dicionário de cama
  • Diário de um adolescente
  • Drácula
  • E aí, comeu?
  • Eclipse de uma paixão
  • Em luta pelo amor
  • Entrevista com o vampiro
  • Espelho, espelho meu
  • Fahrenheit 451
  • Garotos de programa
  • Gattaca
  • Henry & June
  • Histórias de amor duram apenas 90 minutos
  • Hoje eu quero voltar sozinho
  • Jovens bruxas
  • Laranja mecânica
  • Ligações perigosas
  • Malévola
  • Mama
  • Meninos não choram
  • Nosferatu
  • O Hobbit: uma jornada inesperada
  • O beijo de drácula
  • O guru do sexo
  • O homem duplo
  • O nome da rosa
  • O poderoso chefão (3 filmes)
  • O sabor da magia
  • O óleo de Lorenzo
  • Opium
  • Paper moon
  • Paul
  • Praia do futuro
  • Querido John
  • Scott Pilgram vs. o mundo
  • Se beber, não case! (3 filmes)
  • Sideways - entre umas e outras
  • Sin city
  • Smurfs
  • Submarino
  • Superbad
  • Tean America
  • The Doors - O filme
  • Trem noturno para Lisboa
  • Vanilla sky
  • Ágora